Resumen
Este artículo tuvo como objetivo analizar críticamente el Estatuto de Mujeres parlamentarias y titulares de cargos públicos o empleos en Bahía, establecido por la Ley Estatal N.° 14.902/2025, a la luz de la categoría de género propuesta por Joan W. Scott (1995) y autores como Krook (2020) y Piscopo (2016). El texto fue guiado por la pregunta de investigación: ¿en qué medida el Estatuto contribuye a confrontar la violencia política de género en el contexto institucional bahiano? La investigación se desarrolló desde una perspectiva cualitativa, según Gil (2019), que enfatiza la comprensión de los fenómenos sociales en sus dimensiones subjetivas, contextuales y relacionales. Los procedimientos metodológicos incluyeron la investigación bibliográfica y el análisis documental, procesados mediante la técnica de análisis de contenido de Bardin (2016), estructurada en tres etapas: preanálisis, exploración de materiales y análisis de resultados. Los resultados indican que la Ley N.° 14.902/2025 representa un avance normativo y simbólico al reconocer formalmente la violencia política de género y establecer medidas de prevención, protección y rendición de cuentas. Sin embargo, su efectividad depende de la implementación de mecanismos de monitoreo, la capacitación de los funcionarios públicos y una mayor sensibilización social. Se concluye que la efectividad de la ley requiere acciones complementarias y su integración con políticas públicas más amplias en materia de igualdad de género.
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